Segundo Ministério da Saúde, 483 mortes e 1.376 casos do país foram registrados só em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo

Apenas a região Sudeste registrou mortes e casos confirmados de febre amarela no último ano, de acordo com boletim de fechamento de sazonalidade do Ministério da Saúde divulgado nesta segunda-feira (8). O monitoramento corresponde a julho de 2017 a julho de 2018.

Nesse período, o Brasil registrou 1.376 casos e 483 mortes em decorrência da doença - todos nesta região. São Paulo é o Estado mais afetado, com 203 mortes e 555 casos confirmados. Em seguida está Minas Gerais, com 181 mortes e 532 casos.

O Rio de Janeiro está em terceiro lugar, com 97 mortes e 282 casos. O único Estado do país que registrou casos e mortes, além dos já mencionados, foi o Espírito Santo, com seis casos e uma morte.

No país, foram notificados 7.518 casos suspeitos, sendo que 5.364 já foram descartados e 778 continuam em investigação. No Amazonas, onde a doença é endêmica, 8 casos foram notificados, mas já foram descartados. Na região Norte, há um caso em investigação no Amapá, 11 no Pará, 2 em Rondônia, 1 em Roraima e 6 em Tocantins.

Segundo o Ministério da Saúde, nenhum Estado do país registra surto da doença no momento.

A pasta faz um alerta em relação à proximidade do verão, período de maior risco de transmissão da doença, devido às áreas com grande contingente populacional que foram afetadas pela doença na última epidemia como as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, de Minas Gerias e São Paulo, e que ainda apresentam grande quantidade de pessoas não vacinadas e, portanto, sob risco de infecção.

“Desde o início do ano, esses Estados já são áreas com recomendação da vacina. Daí a necessidade de Estados e municípios reforçarem as estratégias de intensificação da vigilância e da vacinação em todo o país”, informou o Ministério por meio de nota.

A vacina contra febre amarela faz parte do Calendário Nacional de Vacinação, portanto está disponível nos postos de saúde durante o ano todo. Com o fim da epidemia da doença, não são mais oferecidas doses fracionadas, mas sim doses padrão.

Desde o ano passado, o Brasil estabeleceu que uma dose da vacina para toda a vida é suficiente para garantir proteção contra a doença – e não mais uma a cada dez anos –, conforme recomendação da Organização Mundial da Saúde

O Ministério da Saúde afirma que todos os Estados estão abastecidos com a vacina. Segundo o órgão, o público-alvo para vacinação são pessoas a partir de 9 meses de idade que residem em área com recomendação da vacinação ou que irão se deslocar para essas áreas.

A febre amarela passou a ser considerada endêmica no Estado de São Paulo, assim como é na Amazônia, segundo Regiane de Paula, diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde. “A doença já está disseminada em toda a área de Mata Atlântica”, afirma.

Em agosto, a Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo divulgou a confirmação da morte de três macacos bugios em decorrência da doença na região do Horto do Parque Estadual da Serra do Mar em Caraguatatuba, litoral Norte de São Paulo. Outros seis animais mortos estavam em análise.

Fonte: R7


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