Nos últimos dias, uma escultura que assustou muita gente no ano passado voltou a ser assunto em conversas de mães e pais. De aparência cadavérica e apelidada de boneca Momo, ela estaria surgindo em vídeos da plataforma YouTube Kids, aterrorizando e sugerindo que crianças cometessem automutilação. Segundo o YouTube, não há nenhuma evidência de que a Momo esteja aparecendo nos vídeo. Seja fake news ou não, pais ficaram apreensivos e as crianças amedrontadas.

Como a pequena Maria Sophia, de 5 anos. A sua mãe, a enfermeira Priscila Braga notou que a filha passou a apresentar comportamento diferente do normal. “Ela estava estranha, aparentando muito medo e não queria dormir sozinha”, descreveu Priscila. Naquele momento, Priscila ainda não tinha visto a repercussão do caso. Na última segunda-feira (18), quando passou a ser bombardeada por alerta no whatsapp sobre a boneca Momo, a enfermeira ligou os pontos. “Fui tentar conversar com Sophia, perguntar se ela sabia sobre o caso e ela se desesperou. Chorava compulsivamente, me pedia para não falar sobre a boneca e não queria que eu saísse de perto dela”, contou.

O jeito foi procurar ajuda de um psicólogo, que a aconselhou a não tocar mais no assunto perto da filha. Além disso, Priscila passou a aconselhar outras mães e descobriu que a situação pela qual passou não foi isolada. “Todas as mães que conversei, estavam passando pela mesma situação ou conhecem alguma criança que está em pânico por causa da boneca”, comenta.

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Após a experiência, Priscila passou a ajudar outros pais a lidarem melhor com a situação. “Na ajuda em que procurei, fui informada que a melhor forma de se evitar problemas como esse não é restringindo o uso do celular. Ao invés de deixar os pequenos com acesso livre ao aparelho, é necessário assistir aos conteúdos, baixá-los e só assim, deixar que eles assistam”, aconselha.

Para Flávia Brandão Bomfim, psicóloga e pós-graduanda em Neuropsicologia, as crianças são um público-alvo “fácil”, pois possuem dificuldades de nomear e reconhecer os seus próprios sentimentos. “As crianças possuem muito tempo livre e, na maioria das vezes, utilizam os aplicativos da internet sem nenhum tipo de monitoramento do pais. Vale ressaltar também que esses desafios são bem elaborados, chamam atenção e as crianças não sabem diferenciar o que é uma brincadeira boa da ruim”, destaca.

Bomfim também ressalta que as escolas precisam estar sempre oferecendo palestras para pais e alunos sobre o mau uso da internet, cursos de aperfeiçoamento para professores e ter em sua grade curricular eventos regulares sobre temas atuais. “Acredito que depois desse jogo os pais vão prestar mais atenção no que os filhos assistem e o que fazem na internet. E o papel da escola é estar sempre conscientizando os jovens para os benefícios e malefícios das redes sociais”, ressalta.

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